terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

COMO IR - PRODUTOS PARA ACESSIBILIDADE

Sorria, agora você tem COMO IR!

Esse é o slogan da loja virtual de produtos para acessibilidade da pessoa com deficiência.
Fomos conferir e falamos com os sócios Renato Laurenti e João Pacheco.
Entre no site, confira e divulgue:
www.comoirbr.com
E-mail: comoir@comoirbr.com
Fone: (11) 3675-5580

sábado, 18 de fevereiro de 2012

MUSICOGRAFIA BRAILLE - MENVI - MUSIC EDUCATION NETWORK FOR THE VISUALLY IMPAIRED

An International Coalition of Parents, Educators, and Students
MENVI Headquarters
So. Calif. Conservatory of Music - West Hills
E-mail: richardtaesch@menvi.org
Website: www.menvi.org

News Journal - Spring 2006 Issue No. 22
MENVI:
http://www.menvi.org/newsletters/news22.html

MUSICOGRAFIA BRAILLE NA OMB

OMB ensina partitura para músicos que só tocam instrumentos de ouvido.
Por Felipe Augusto Diogo, Rede SACI e RROnline / Rádio Diversidade.
http://www.radiodiversidade.com/omb-ensina-partitura-para-musicos-que-so-tocam-instrumentos-de-ouvido
Inscrições abertas para nova turma.
Aula às segundas, das 14 às 16 horas.

PIANISTA JORGE GONÇALVES, de Coimbra

Vejam o site do pianista português Jorge Gonçalves.
www.jorgegoncalves.com

domingo, 12 de fevereiro de 2012

METODOLOGÍA PARA LA ENSEÑANZA MUSICAL - MUSICOGRAFIA BRAILLE - Blog VISUALES GRANADA

Como todos sabemos, la signografía musical Braille entraña cierta dificultad, sobre todo porque se tienen que poner en juego dos requisitos imprescindibles: el conocimiento de la notación musical y el conocimiento del Sistema Braille.
La metodología apropiada para trabajar con nuestros alumnos con problemas visuales vendría determinada por la unión y el trabajo coordinado de los maestros y especialistas en música, por un lado; y por otro, de la intervención del maestro especialista en Braille. A través de este trabajo coordinado podemos dar respuesta a las necesidades educativas especiales que, en el área musical, presentan los alumnos con DV. Para ayudar a esta tarea, os dejamos en este post, una publicación realizada por Isabel Cristina Dias Bertevelli, donde podemos encontrar algunas aclaraciones metodológicas. Esperamos que os sea de utilidad.
Descarga el artículo pinchando en su título: LA EDUCACIÓN MUSICAL DE PERSONAS CON DEFICIENCIA VISUAL Y LA MUSICOGRAFÍA BRAILLE


VISUALES GRANADA - Blog para el intercambio de materiales e impresiones entre la comunidad educativa del alumnado con DV de Granada

FONTE: http://visualesgranada.blogspot.com/2011/12/metodologia-para-la-ensenanza-musical.html#comment-form

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

DELIUS - APLICATIVO DE NOTAÇÃO MUSICAL VOLTADO À MUSICOGRAFIA BRAILLE - por Arthur Tofani


Arthur Tofani, mestrando da USP, está desenvolvendo há algum tempo, como objeto de estudo do Mestrado, um software para notação musical que utiliza a Musicografia Braille como forma de entrada. Leiam suas explicações:

A principal inspiração para o estudo e desenvolvimento do Delius é a dificuldade de integração dos alunos deficientes visuais nos cursos de ensino superior em Música, situação da qual tive a oportunidade de acompanhar de perto alguns casos. O processo de desenvolvimento musical de deficientes visuais é amparado, em geral, por entidades como o Instituto Benjamin Constant, Instituto de Cegos Padre Chico, Laramara, entre outros. Nestes ambientes, o aluno não só aprende práticas instrumentais e Musicografia Braille, como também harmonia, teoria musical entre outras coisas. Existe, portanto, respaldo para que o aluno interessado se desenvolva adequadamente para prosseguir para um ambiente de ensino superior. Neste momento, porém, o aluno certamente se deparará com inúmeras barreiras, dado que a maioria das instituições de ensino superior de música recebem alunos com deficiência muito esporadicamente, não havendo portanto, no momento deingresso, procedimentos adequados que garantam deste aluno um desempenho suficientemente adequado. A parte do problema que este estudo visa atacar é justamente o hiato de comunicação entre alunos cegos e professores videntes por conta das diferentes notações. Este hiato é observado em diversas instâncias diferentes: no provimento de material didático, que exige que as aulas sejam preparadas com antecedência e que os materiais (partituras, excertos e textos para todas as matérias inclusive práticas instrumentais) sejam previamente convertidos para braille. Porém, ainda mais importante para o foco deste estudo, é a evidência deste hiato na aplicação de exercícios e provas para disciplinas como contraponto, harmonia, análise, percepção, ou seja, nas situações onde a produção do aluno deva ser apreciada e avaliada. A proposição do Delius visa investigar como tecnologias assistivas podem contribuir ou não nestas etapas, na busca de diminuir esta distância entre alunos e professores sem a necessidade da criação de procedimentos complexos, que muitas vezes não se concretizam adequadamente durante o curso letivo do aluno. O Delius, portanto, é um aplicativo de notação musical, nos moldes do Finale ou Sibelius, seguindo as regras do Manual Internacional de Musicografia Braille. No presente momento ele está em versão beta, ou seja, uma versão de teste a ser realizada na máquina de um usuário comum. Ele está publicado no seguinte endereço: http://sourceforge.net/projects/delius/

Para maiores informações sobre o software ou sobre o grupo Musicografia Braille, entre em contato. Arthur Tofani

domingo, 29 de janeiro de 2012

MUSICOGRAFIA BRAILLE - Notícias

Além da Musicografia Braille, este blog tem se preocupado em postar informações variadas em torno do universo da pessoa com deficiência, como uma tentativa de conhecer e divulgar eventos e ações, além de trabalhos relevantes que merecem destaque.
Agora em 2012, darei mais atenção à notação musical braille para que possamos efetivamente construir algo mais sólido e que este possa ser um caminho de informação, agregando profissionais da área e interessados.
Logo, postarei mais informações, artigos e entrevistas com músicos cegos e educadores que abraçaram a causa e fazem desta um motivo de realização e de estudo, em diferentes regiões e em outros países também. Um abraço. IB.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Seminário Internacional sobre a implementação do World Report On Disability

De 23 a 25 de Fevereiro

O evento marcará o lançamento da versão em Língua Portuguesa do World Report on Disability, documento que permitirá a discussão de assuntos relevantes para o desenvolvimento de estratégias de implementação do relatório, dentre eles a habitação, a educação, o emprego, a saúde, ambientes acessíveis e facilitadores. O objetivo do Seminário é identificar os desafios à implementação das práticas recomendadas pelo relatório no sentido da promoção de oportunidades iguais para pessoas com e sem deficiência.

Informações e inscrições: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
http://www.sedpcd.sp.gov.br/seminario-worldreportondisability/

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

ANDREA CAVALHEIRO DEFENDE MESTRADO NA USP - Com outros olhos: um estudo das representações da "cegueira" e/ou "deficiência visual"

Mestrado em Antropologia Social
FFLCH / USP - Defesa: 17 jan

Depois de assistir a defesa de tese da Andrea Cavalheiro, pedimos que ela respondesse algumas questões sobre seu trabalho. Nada melhor do que ler suas próprias palavras:

Por que você escolheu o tema da deficiência visual? Escolhi estudar a “deficiência visual” meio por acaso, mas não por acaso me envolvi tanto. Primeiro porque fiz muitos amigos, depois porque esses amigos me levaram a refazer meus conceitos e a diminuir meus preconceitos sobre o que a gente considera como corpo perfeito, sobre as infinitas possibilidades de capacidades, sobre como lidar com doenças, entre outros.
Do que se trata sua dissertação? Ela procura entender a deficiência visual enquanto uma construção social histórica, analisando seus significados. No senso comum ser cego é meramente uma contingência de cunho biológico-natural, mas a Antropologia tenta mostrar que todos os significados criados em torno do ser cego são construções sociais. Por exemplo, entre outras coisas ser cego é ser incapaz, dependente e indefeso. Cada um desses atributos possui uma história específica, ligada a saberes e a interesses que os reproduzem. Por exemplo, ser indefeso pode remeter à Bíblia, à parábola do cego "Pode um cego guiar outro cego? Não cairão os dois num buraco?” (Lucas, capítulo 6, versículo 39). Neste trecho há a expectativa de que cegos são mais suscetíveis a caírem ou ferirem-se em obstáculos do entorno. Na prática, esses significados, reproduzidos há séculos, geram expectativas, que são imputadas a pessoa cega que passa a assumir-se como indefesa e a temer obstáculos, a temer sair sozinha na rua, etc. A dissertação procura avaliar diversos significados da cegueira, mostrando como são construídos socialmente e como esses significados ganham uma aparência natural. Afinal, não parece tão natural que o cego seja indefeso, incapaz e dependente? A dissertação procura mostrar que não é.
Fale sobre a Antropologia e qual sua importância nas questões da dificiência visual. A Antropologia estuda as relações sociais, como as pessoas interagem, as estruturas de poder da sociedade, entre outros. Acho que a Antropologia e, em particular, a minha pesquisa podem ajudar a desconstruir preconceitos e a auxiliar a construção de políticas públicas junto com os movimentos sociais. A dissertação ficará disponível on-line no site http://www.teses.usp.br/
Parabéns Andrea e sucesso!

Fotos: Luiz Gustavo Berro.


Descrição:
Foto 1: capa da dissertação; Universidade de São Paulo. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Convite. Defesa de Dissertação. Mestranda Andrea de Moraes Cavalheiro. Banca: Profª Drª Sylvia Caiuby Novaes (orientadora), Prof. Dr. Júlio Assis Simões (DA/USP), Dr. Cesar Augusto de Assis Silva (CEBRAP). Com outros olhos: um estudo das representações da "cegueira" e/ou "deficiência visual". Data: 17/01/2012. Horário: 14h. Local: Sala de Concursos (nº 122). Prédio da Administração da FFLCH. Rua do Lago, 717. Cidade universitária. Foto do lado direito da capa: uma menina com as duas mãos em uma folha impressa em braille.
Foto 2: Andrea Cavalheiro.
Foto 3: Da esquerda para a direita: Prof. Júlio, Andrea, Cesar e Prof.ª Sylvia.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

DEFESA DE TESE SOBRE DEFICIÊNCIA VISUAL

Andrea Cavalheiro defende tese sobre Deficiência Visual.
DATA: 17 Janeiro
14 Horas
USP / Prédio da Administração da FFLCH
Sala de Concursos nº 122
Entrevista com Andrea em breve!