Hoje, dia 28 de maio, D. Dorina comemoraria seu aniversário; faria 92 anos de idade.
Todos sentem muitas saudades, seu marido, filhos, netos, bisnetos, noras, genros e agregados, funcionários da Fundação que tem seu nome, principalmente os cegos e suas famílias.
Uma pequena homenagem é agradecer por todo seu legado e continuar orando por ela e por sua família. Obrigada.
Mensagem de Regina Fátima Caldeira de Oliveira / FDNC
Espaço reservado para assuntos relacionados, principalmente, à educação, cultura e lazer da pessoa com deficiência visual e à escrita musical em braille. ISABEL BERTEVELLI
sábado, 28 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
MUSICOGRAFIA BRAILLE INSERE CEGOS NO MERCADO DE TRABALHO
OMB ensina partitura para músicos que só tocam de ouvido
FELIPE AUGUSTO DIOGO Especial para o RROnline*
Universidade Metodista
Para maiores detalhes, leia na íntegra:
http://www.metodista.br/rronline/noticias/entretenimento/2011/05/musicografia-braille-insere-cegos-no-mercado-de-trabalho
FELIPE AUGUSTO DIOGO Especial para o RROnline*
Universidade Metodista
Para maiores detalhes, leia na íntegra:
http://www.metodista.br/rronline/noticias/entretenimento/2011/05/musicografia-braille-insere-cegos-no-mercado-de-trabalho
CURSO DE INTRODUÇÃO À AUDIODESCRIÇÃO
Professora: Lívia Maria Villela de Mello Motta
Público alvo: profissionais que trabalham com pessoas com deficiência, profissionais de comunicação, artes cênicas, locução, representantes de Secretarias de Cultura e Centros Culturais
Carga horária: 44 horas
Datas: 16, 18, 25 e 30 de maio/11 / 1º , 6, 8, 13 de junho/11
Investimento: 250,00 (duzentos e cinquenta reais)
Local: Laramara
Maiores informações: Edinéia Santana / Coord. Eventos
Fone: 11 3660-6412 / Fax: 11 3662-0551
eventos@laramara.org.br
Informações enviadas por Rô Barqueiro
Público alvo: profissionais que trabalham com pessoas com deficiência, profissionais de comunicação, artes cênicas, locução, representantes de Secretarias de Cultura e Centros Culturais
Carga horária: 44 horas
Datas: 16, 18, 25 e 30 de maio/11 / 1º , 6, 8, 13 de junho/11
Investimento: 250,00 (duzentos e cinquenta reais)
Local: Laramara
Maiores informações: Edinéia Santana / Coord. Eventos
Fone: 11 3660-6412 / Fax: 11 3662-0551
eventos@laramara.org.br
Informações enviadas por Rô Barqueiro
terça-feira, 17 de maio de 2011
WAGNER PEREIRA ao piano
Olá a todos!
Ouçam os vídeos do Wagner Pereira; ele foi aluno do Instituto Padre Chico, estudou música e Musicografia Braille comigo e atualmente estuda piano popular no CLAM.
Como ele progrediu. Um talento!
Ser cego é uma das suas características, mas não sua limitação.
Para mim, é emocionante ter acompanhado e saber de sua conquista a cada dia.
Obrigada Ines Ito por enviar a notícia.
www.youtube.com.br/wagnerpianista
Ouçam os vídeos do Wagner Pereira; ele foi aluno do Instituto Padre Chico, estudou música e Musicografia Braille comigo e atualmente estuda piano popular no CLAM.
Como ele progrediu. Um talento!
Ser cego é uma das suas características, mas não sua limitação.
Para mim, é emocionante ter acompanhado e saber de sua conquista a cada dia.
Obrigada Ines Ito por enviar a notícia.
www.youtube.com.br/wagnerpianista
quarta-feira, 27 de abril de 2011
MANUAL INTERNACIONAL DE MUSICOGRAFIA BRAILLE - Divulgação
Este manual tem a finalidade de reunir os acordos internacionais referendados nas Conferências sobre Musicografia Braille de 1982 (Moscou), 1987 (Marburg/Lahn, Alemanha) e 1992 (Saanen, Suíça), com base nas Conferências Internacionais de 1888, 1929 e 1954. A maioria destes acordos faz referência à simbologia para música braille e ao seu significado. Incluem-se aqui os sinais aprovados internacionalmente, mostrando-se sua utilização mais comum nos diferentes formatos.
Com tradução para o português em 2004, é o documento maior e de referência internacional para a escrita musical utilizada por músicos cegos e por educadores musicais que trabalham com esse público específico.
Referências:
Novo Manual Internacional de Musicografia Braille. KROLICK, Bettye (compilação). Coordenação geral Maria Glória Batista da Mota. União Mundial de Cegos / Subcomitê de Musicografia Braille. Brasília: Ministério da Educação / Secretaria de Educação Especial, 2004.
Com tradução para o português em 2004, é o documento maior e de referência internacional para a escrita musical utilizada por músicos cegos e por educadores musicais que trabalham com esse público específico.
Referências:
Novo Manual Internacional de Musicografia Braille. KROLICK, Bettye (compilação). Coordenação geral Maria Glória Batista da Mota. União Mundial de Cegos / Subcomitê de Musicografia Braille. Brasília: Ministério da Educação / Secretaria de Educação Especial, 2004.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
DIA NACIONAL DO BRAILLE - 08 DE ABRIL
BRAILLE ou BRAILE é um sistema de escrita utilizado internacionalmente pelo cegos. A leitura, feita com o tato, é conseguida com a capacidade de percepção através da polpa digital, percebendo e distinguindo pequenas diferenças dos seis pontos em relevo; informações estas que são levadas e interpretadas pelo cérebro.
O sistema foi inventado por Louis Braille, em 1827, em Paris e revolucionou o mundo dos cegos, porque até esse momento eles podiam ler por meio de letras em relevo mas não escreviam.
O sistema expandiu-se para todo o mundo e atualmente, apesar de sofisticada tecnologia e livros em áudio, sua aprendizagem ainda é de grande importância, sobretudo na alfabetização que promove o acesso à informação e autonomia.
Um cego com boa percepção tátil pode ler duzentas palavras por minuto. É o mundo dos livros em suas mãos.
Que as crianças tenham cada vez mais oportunidades de estudo, informação e cultura.
Obrigada Regina Fátima por nos lembar desta data e por seu trabalho e dedicação ao livro braille, sua divulgação e utilização. IB
segunda-feira, 28 de março de 2011
Exposição de maquetes e fantasias do Carnaval 2011 - Fundação Dorina Nowill para Cegos
De 28 a 31 de março, as pessoas com deficiência visual terão a oportunidade de conhecer os materiais acessíveis feitas para o Carnaval Paulistano 2011. São 27 réplicas em miniatura, de fantasias de três tradicionais escolas de samba de São Paulo: Rosas de Ouro, Mocidade Alegre e Camisa Verde e Branco. Além dos trajes, os deficientes visuais também poderão tocar o mapa tátil do sambódromo, uma réplica em miniatura do espaço dos desfiles e também dois carros alegóricos das escolas. Os objetos foram confeccionadas por alunos de Arquitetura e Moda do Complexo Educacional FMU. Não perca esta oportunidade! Agende sua visita pelo telefone 11 5087-0959 / 11 5087-0959 Equipe BlogDorina – blog@fundacaodorina.org.br
terça-feira, 8 de março de 2011
Entrevista com a compositora cega Elvira Ceballos
"La música ha sido compañera de toda la vida"
Entrevista a la compositora cordobesa Elvira Ceballos realizada por Hector Brondo y publicada en LA VOZ y que por su interés reproducimos. La compositora cordobesa lleva 46 años de enseñanza a personas con discapacidad visual. Recuerda la bohemia del folklore cordobés de los años 60.
07/02/2011- Hector Brondo. Foto: Facundo Luque.
Elvira Ceballos dice que la música la acompaña desde el momento mismo de su arribo al mundo, en La Falda, el 16 de marzo de 1949. En aquella ciudad del valle de Punilla, su padre tenía una pista de baile, un corralón y un camión que usaba para repartir materiales de construcción y transportar a músicos e instrumentos de las orquestas de amigos. Entonces, las frecuentes tertulias musicales llenaban su casa de claves y canciones, tradición que se mantuvo cuando su familia se mudó a barrio Alberdi, en la ciudad de Córdoba, para que ella y su hermana pudieran estudiar en el Instituto Provincial para Ciegos, que funcionaba en 27 de abril al 2700. En ese hogar, a los 10 años, compuso las primeras dos zambas y un vals que registró en Sadaic. Allí conoció a Jorge de Córdoba y al Chango Rodríguez, entre otros artistas. Después, unas cuadras más allá, en un verdadero estudio de puertas abiertas, en 2009 grabó Radio AM con Raly Barrionuevo (“uno más de la casa”).
Ha traducido al sistema Braille partituras de tango, folklore, jazz y obras del Renacimiento y desde hace 46 años enseña música a alumnos con discapacidad visual.
“Soy una mimada de Dios, una persona muy dichosa”, dice sentada frente a los dos pianos verticales de origen alemán que dominan la habitación principal de su casa. Un Kriebel y un Helmholtz.
–¿Qué cosas la hacen sentir tan dichosa?
–Me siento muy feliz con lo que tengo, con lo que puedo y con lo que hago. Llevo 46 años de docencia y no me pesan porque enseñar me apasiona.
–¿Cuándo se enamoró de la música?
–Siempre digo que nací con la música. Cuando niña, prefería la guitarra y el piano a los juguetes. Tenía muñecas pero las usaba sólo cuando venía alguna amiga a jugar a casa. La música ha sido la compañera ideal de toda la vida.
–Debutó en la radio a los seis años y a los 10 ya componía, ¿fue una niña prodigio?
–No lo creo. Sólo siento que soy alguien a quien Dios le concedió la dicha de descubrir los encantos de la música de niña.
–En los ’60, Alberdi se caracterizaba por ser un barrio de peñas y guitarreros.
–Si, aunque en realidad en tiempos de mi adolescencia era común que en la mayoría de las casas hubiera algún músico. Por eso las tertulias eran tan comunes. Nos juntábamos en cualquier parte a tocar y listo. Eso se extraña ahora.
–¿Lo conoció al Chango Rodríguez, ícono de la música de Alberdi?
– Si. Vivía en la calle Chubut. No éramos amigos pero sí fui varias veces a visitarlo en la cárcel de barrio San Martín. Él me decía siempre que a la hora de componer lo hiciera de manera sencilla para que la gente no tuviera que estudiar para interpretar mi música. Ése era su pensamiento. Yo digo que hay que nivelar para arriba.
–En prisión escribió “Luna Cautiva”, que Raly Barrionuevo rescató en uno de sus últimos trabajos con una interpretación acertada.
–¡Es una versión hermosa la de Raly! Me encantaría grabarla juntos algún día.
–¿Cuándo lo conoció a Raly?
–En el Teatro del Libertador, en 2001, en un festival de músicos “difíciles”, como siempre digo.
–¿Cómo es eso?
–Era un festival de músicos con capacidades especiales. Yo cumplía de sobra con los requisitos que pedían para poder tocar con los músicos “normales” (ríe). Después me invitó a tocar con su Orquesta Campesina y terminamos grabando. Y acá estamos. Raly es una persona preciosa. Un chico muy comprometido con lo que compone e interpreta. Un tipo con un gran corazón y muy consecuente.
–“Radio AM” se grabó aquí en su casa.
–Así es. Ese disco me provocó sensaciones muy intensas desde un comienzo. Raly me propuso que grabáramos un 13 de junio, el día que cumplía años mi papá. Lo grabamos aquí. A Raly lo pusieron en el baño con un micrófono y un auricular. El material salió el 26 de agosto (de 2009). Vino a casa muy contento a mostrármelo y entre mate y mate iba leyéndome el orden de las canciones. Cuando llegó a Feliz cumpleaños mamá, le dije: “Parate ahí”. Es que mi mamá cumplía años el 26 de agosto. Cuando le conté, nos quedamos con el alma tumbada.
–Las casualidades no existen.
–Es lo que siempre digo. Esa noche, Raly fue a promocionar el disco a una radio y pidió que difundieran ese tema en homenaje a mi mamá. Y contó la historia ¡Fue un regalo hermoso!
–¿Cómo es eso de que su mamá le pidió que le enseñara música?
–Yo tenía 14 años y era maestra de guitarra y estaba por recibirme de maestra de piano y de canto. Ella veía que yo quería seguir estudiando y entonces me pidió que le enseñara a leer para que pudiera dictarme. Alesio, un maestro que tuve, me dijo que mi mamá sabía más música que yo y eso que había aprendido en tres meses. Así estuvimos copiando música durante 32 años. Ella murió a los 92 y un día antes de su muerte, se levantó y me pidió que le copiara. Ella y papá nos enseñaron a vivir en libertad y a ser independientes. Les estoy infinitamente agradecida.
FONTE: FOAL
http://www.foal.es/FOAL/es/Actualidad/entrevistas/La+música+ha+sido+compañera+de+toda+la+vida.htm
Entrevista a la compositora cordobesa Elvira Ceballos realizada por Hector Brondo y publicada en LA VOZ y que por su interés reproducimos. La compositora cordobesa lleva 46 años de enseñanza a personas con discapacidad visual. Recuerda la bohemia del folklore cordobés de los años 60.
07/02/2011- Hector Brondo. Foto: Facundo Luque.
Elvira Ceballos dice que la música la acompaña desde el momento mismo de su arribo al mundo, en La Falda, el 16 de marzo de 1949. En aquella ciudad del valle de Punilla, su padre tenía una pista de baile, un corralón y un camión que usaba para repartir materiales de construcción y transportar a músicos e instrumentos de las orquestas de amigos. Entonces, las frecuentes tertulias musicales llenaban su casa de claves y canciones, tradición que se mantuvo cuando su familia se mudó a barrio Alberdi, en la ciudad de Córdoba, para que ella y su hermana pudieran estudiar en el Instituto Provincial para Ciegos, que funcionaba en 27 de abril al 2700. En ese hogar, a los 10 años, compuso las primeras dos zambas y un vals que registró en Sadaic. Allí conoció a Jorge de Córdoba y al Chango Rodríguez, entre otros artistas. Después, unas cuadras más allá, en un verdadero estudio de puertas abiertas, en 2009 grabó Radio AM con Raly Barrionuevo (“uno más de la casa”).
Ha traducido al sistema Braille partituras de tango, folklore, jazz y obras del Renacimiento y desde hace 46 años enseña música a alumnos con discapacidad visual.
“Soy una mimada de Dios, una persona muy dichosa”, dice sentada frente a los dos pianos verticales de origen alemán que dominan la habitación principal de su casa. Un Kriebel y un Helmholtz.
–¿Qué cosas la hacen sentir tan dichosa?
–Me siento muy feliz con lo que tengo, con lo que puedo y con lo que hago. Llevo 46 años de docencia y no me pesan porque enseñar me apasiona.
–¿Cuándo se enamoró de la música?
–Siempre digo que nací con la música. Cuando niña, prefería la guitarra y el piano a los juguetes. Tenía muñecas pero las usaba sólo cuando venía alguna amiga a jugar a casa. La música ha sido la compañera ideal de toda la vida.
–Debutó en la radio a los seis años y a los 10 ya componía, ¿fue una niña prodigio?
–No lo creo. Sólo siento que soy alguien a quien Dios le concedió la dicha de descubrir los encantos de la música de niña.
–En los ’60, Alberdi se caracterizaba por ser un barrio de peñas y guitarreros.
–Si, aunque en realidad en tiempos de mi adolescencia era común que en la mayoría de las casas hubiera algún músico. Por eso las tertulias eran tan comunes. Nos juntábamos en cualquier parte a tocar y listo. Eso se extraña ahora.
–¿Lo conoció al Chango Rodríguez, ícono de la música de Alberdi?
– Si. Vivía en la calle Chubut. No éramos amigos pero sí fui varias veces a visitarlo en la cárcel de barrio San Martín. Él me decía siempre que a la hora de componer lo hiciera de manera sencilla para que la gente no tuviera que estudiar para interpretar mi música. Ése era su pensamiento. Yo digo que hay que nivelar para arriba.
–En prisión escribió “Luna Cautiva”, que Raly Barrionuevo rescató en uno de sus últimos trabajos con una interpretación acertada.
–¡Es una versión hermosa la de Raly! Me encantaría grabarla juntos algún día.
–¿Cuándo lo conoció a Raly?
–En el Teatro del Libertador, en 2001, en un festival de músicos “difíciles”, como siempre digo.
–¿Cómo es eso?
–Era un festival de músicos con capacidades especiales. Yo cumplía de sobra con los requisitos que pedían para poder tocar con los músicos “normales” (ríe). Después me invitó a tocar con su Orquesta Campesina y terminamos grabando. Y acá estamos. Raly es una persona preciosa. Un chico muy comprometido con lo que compone e interpreta. Un tipo con un gran corazón y muy consecuente.
–“Radio AM” se grabó aquí en su casa.
–Así es. Ese disco me provocó sensaciones muy intensas desde un comienzo. Raly me propuso que grabáramos un 13 de junio, el día que cumplía años mi papá. Lo grabamos aquí. A Raly lo pusieron en el baño con un micrófono y un auricular. El material salió el 26 de agosto (de 2009). Vino a casa muy contento a mostrármelo y entre mate y mate iba leyéndome el orden de las canciones. Cuando llegó a Feliz cumpleaños mamá, le dije: “Parate ahí”. Es que mi mamá cumplía años el 26 de agosto. Cuando le conté, nos quedamos con el alma tumbada.
–Las casualidades no existen.
–Es lo que siempre digo. Esa noche, Raly fue a promocionar el disco a una radio y pidió que difundieran ese tema en homenaje a mi mamá. Y contó la historia ¡Fue un regalo hermoso!
–¿Cómo es eso de que su mamá le pidió que le enseñara música?
–Yo tenía 14 años y era maestra de guitarra y estaba por recibirme de maestra de piano y de canto. Ella veía que yo quería seguir estudiando y entonces me pidió que le enseñara a leer para que pudiera dictarme. Alesio, un maestro que tuve, me dijo que mi mamá sabía más música que yo y eso que había aprendido en tres meses. Así estuvimos copiando música durante 32 años. Ella murió a los 92 y un día antes de su muerte, se levantó y me pidió que le copiara. Ella y papá nos enseñaron a vivir en libertad y a ser independientes. Les estoy infinitamente agradecida.
FONTE: FOAL
http://www.foal.es/FOAL/es/Actualidad/entrevistas/La+música+ha+sido+compañera+de+toda+la+vida.htm
domingo, 23 de janeiro de 2011
CANÇÃO de SERGIO ÑIRIPIL - CHILE
Ouçam "Por Chiloé", canção enviada por Sergio Ñiripil, professor de Música do Colégio Hellen Keller de Santiago, Chile.
http://www.youtube.com/watch?v=slAaRswYtuA&feature=email
http://www.youtube.com/watch?v=slAaRswYtuA&feature=email
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
PARA QUEM AINDA NÃO CONHECE... um pouco sobre deficiência visual em quadrinhos
A Inclusão na Banda Desenhada
Na Turma da Mónica surgiu uma nova personagem. No n.º 221, Mónica, Cebolinha, Cascão, Magali e Marina dão as boas vindas à nova personagem Dorinha, uma deficiente visual.
Segundo Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mónica, Dorinha mostrará aos amigos uma nova maneira de ver a vida: "Ela vai mostrar às crianças como ouvir o som do mundo, sentir seus perfumes e sugerir a inclusão, onde todos se tratam de igual para igual".
Dorinha aparece em sua primeira historinha com roupas "fashion", corte de cabelo moderno, óculos escuros e com uma bengalinha na mão. A garota só anda acompanhada de seu cachorro labrador, chamado Radar, que lhe serve de guia. Extrovertida, ela logo faz amizade com a turma e decide brincar com os novos amigos, surpreendendo todos com sua capacidade de sentir o mundo através do tato, da audição e do olfato.
O nome de Dorinha foi escolhido em homenagem a Dorina Nowill (1919-2010), uma mulher que perdeu a visão na juventude e não se abateu: enfrentou o problema e hoje é um exemplo de força com a sua Fundação Dorina Nowill, que auxília cegos de todo Brasil.
Mauricio de Sousa decidiu abordar o tema em suas historinhas para mostrar que as crianças cegas têm a mesma capacidade de aprender, sentir e brincar que as outras.
Fonte: http://deficienciavisual2.com.sapo.pt/txt-BD.htm
Portal da Retina: www.portalretina.com.br
Na Turma da Mónica surgiu uma nova personagem. No n.º 221, Mónica, Cebolinha, Cascão, Magali e Marina dão as boas vindas à nova personagem Dorinha, uma deficiente visual.
Segundo Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mónica, Dorinha mostrará aos amigos uma nova maneira de ver a vida: "Ela vai mostrar às crianças como ouvir o som do mundo, sentir seus perfumes e sugerir a inclusão, onde todos se tratam de igual para igual".
Dorinha aparece em sua primeira historinha com roupas "fashion", corte de cabelo moderno, óculos escuros e com uma bengalinha na mão. A garota só anda acompanhada de seu cachorro labrador, chamado Radar, que lhe serve de guia. Extrovertida, ela logo faz amizade com a turma e decide brincar com os novos amigos, surpreendendo todos com sua capacidade de sentir o mundo através do tato, da audição e do olfato.
O nome de Dorinha foi escolhido em homenagem a Dorina Nowill (1919-2010), uma mulher que perdeu a visão na juventude e não se abateu: enfrentou o problema e hoje é um exemplo de força com a sua Fundação Dorina Nowill, que auxília cegos de todo Brasil.
Mauricio de Sousa decidiu abordar o tema em suas historinhas para mostrar que as crianças cegas têm a mesma capacidade de aprender, sentir e brincar que as outras.
Fonte: http://deficienciavisual2.com.sapo.pt/txt-BD.htm
Portal da Retina: www.portalretina.com.br
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